Por que não subverter a tal interatividade na TV do mesmo modo que a linguagem do cinema foi? Veja Hitchcock em “Festim Diabólico” e, bota subversão nisso, Quentin Tarantino em “Pulp Fiction”. Mais recentemente, o filme “Amnésia”, de Christopher Nolan nos fez sair tontinhos do cinema!
Por que não fazer uma Tv para quem pode pagar por ela, e, por isso mesmo, oferecer produtos melhores e mais complexos; funcionais mas, ao mesmo tempo, elaborados para o usuário de alto poder aquisitivo, que tem banda larga, Wii, playstation e tudo o mais de última geração?
Não me preocupa a segmentação do telespectador. Em um primeiro momento, apenas esse público terá condições de adquirir o aparelho de alta definição e o set top box. Por que não suprir esse mercado em primeiro lugar? Não foi assim também com a telefonia celular?
22 Abril, 2008 às 10:41 pm
Mas e os recursos? Porque para ter material de alta qualidade, o equipamento também tem que ser bom, HD, Blu-ray, receivers com saída HDMI, etc… E eles ainda estão um pouco caros no mercado, e pelo que eu ando vendo, quem está apostando bem nessa novidade são as emissoras, mas elas ainda estão engatinhando nas produções de “Alta qualidade” e os investimentos, tanto em equipamentos, quanto em especialização na mão de obra pra trabalhar com isso ainda está em teste. Para as produtoras, tirando as de grande porte, ainda é um investimento meio arriscado, porque eles ainda esperam pra ver se vai dar retorno.